sexta-feira, 15 de março de 2013

Tão pobre e paciente Fado, colocado num regime de "austeridade +", está semi-comatoso. O Estado gasta o menos possível, e tenta extrair cada vez mais de seus cidadãos, que parecem passar a maior parte de tempo a tentar evitar pagar. As taxas de endividamento permanecem teimosamente altas, mas os caros médicos estrangeiros acreditam que uma dose maior do medicamento presente irá, no final, vir a ser a resposta certa.
Martin Taylor, ex-CEO do Barclays, Financial Times, 13.03.2013

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